sexta-feira, 8 de junho de 2012

Espanha






Melhor resultado no EURO: Vencedora 1964, 2008
Seleccionador: Vivente del Bosque
Fundação da Federação: 1909
Alcunha: La Roja (A vermelha)


 O 11 Inicial - Na baliza Casillas, o mais internacional de sempre da roja, será o titular indiscutível. Face à lesão de Puyol, no centro poderemos contar com Piqué e Sergio Ramos, e desde que os rumores de que as rivalidades entre os dois seja falsa, trata-se de uma dupla muito segura, rápida e com boa capacidade aérea. Face à deslocação de ramos da direita para o centro, será o colega de equipa Arbeloa a assumir a lateral direita. À esquerda temos a maior alteração em relação a 2010, de onde saiu Capdevila e entrou o jovem do Valencia, J. Alba, um lateral mais ofensivo e com um futuro promissor. No meio campo a Espanha conta com o maior leque de opções de todo o europeu. Del Bosque não devera prescindir de 2 médios de cobertura, e as escolhas serão Busquets e Alonso. O maestro no centro do terreno continuará a ser Xabi Hernandez, que contará à esquerda do seu inseparável companheiro do Barça, Andrés Iniesta. À direita, atendendo aos últimos amigáveis, deverá ser Silva a ocupar o lugar. Mas jogadores como Fabrégas, Mata, Carzola, Jesus Navas ou Pedro, poderão a qualquer momento saltar para a titularidade. Na frente de ataque, e principalmente face à lesão de Villa, muito se especulou a respeito de quem devia assumir as responsabilidades. O basco Llorente e Negredo estarão à espreita, mas a titularidade deverá ser dada a "el nino" Torres.

Análise Tática - Tal como referi na apresentação da táctica 4-2-3-1, a Espanha dispõem-se neste sistema, embora de uma forma suis generis, isto porque Iniesta não é um verdadeiro extremo (mesmo Silva tem vocação por espaços mais interiores), porque a possibilidade de Fabrégas também e grande, e também ele é um jogador desenquadrado deste sistema, e por fim porque a equipa apresenta uma mobilidade muito grande na procura de linhas de passe, não se sentindo as amarras tácticas presentes, por exemplo, nos 4-2-3-1 da Alemanha ou Holanda. Assim pode-se esperar a continuação da formula de sucesso, com muita posse de bola no meio campo, com a armação do jogo a ser iniciada por Xabi Alonso, e no carrossel, circular pela equipa, já que tanto Iniesta como Silva poderão derivar para o meio aumentando aí as opções de passe. Uma das diferenças é as possíveis subidas de Alba no terreno, algo que não ocorria no passado, mas que agora poderão ser mais frequentes e com maior qualidade. A defender, a espanha apresentará um 4-5-1, mas com as linhas muito subidas, sendo de esperar que consiga fazer pressões muito altas no adversário.

A Estrela - Xabi apesar da qualidade superior que reina no meio campo da Espanha, poderá ser considerado a estrela da companhia. Ele assumirá o controlo do meio campo espanhol, como o faz no Barcelona, e será o cérebro da equipa. Capaz de descobrir sempre mais uma linha de passe, sempre em busca de criar-las para os seus colegas, de modo a que de um momento para o outro, surja uma assistência venenosa para os avançados. Aos 32 anos é o patrão da equipa e juntamente com Casillas, poderá fazer a ponte para uma mais rápida e melhor integração das mais jovens estrelas da selecção.

A Observar - Torres, Alba e Iniesta.

Antevisão grupo B


O grupo B é claramente o "grupo da morte", apresentando no seu elenco, quatro equipas que figuram do top 10 do ranking da FIFA. É um grupo equilibrado, mas onde penso que mesmo com muito voluntarismo, a Dinamarca não se apresentará ao nível das demais. Penso que com maior ou menor dificuldade, as três equipas vencerão a Dinamarca. A Alemanha que jogará no ultimo jogo poderia facilitar, mas como iremos ver à frente, irá necessitar de ganhar (ou pelo menos pontuar), para aspirar a seguir em frente. Infelizmente para as nossas pretensões, penso que a Alemanha e a Holanda acabarão por se superiorizar, e assegurar os bilhetes para a próxima fase. Isto porque como referi acima, a Holanda começa com o jogo mais fácil, frente à Dinamarca, que vencerá, e no segundo jogo defronta a Alemanha, jogo em que também triunfará (sim a Holanda superiorizar-se-á à Alemanha, e mais tarde farei uma previsão táctica do jogo), logo praticamente assegurará a vaga na fase seguinte. A única esperança de Portugal ser conseguir um empate frente à Alemanha o que se afigurará difícil. Apenas com dois bloco (defesa e meio campo + Nani) baixos e sem espaços entre eles, com rápidas saídas de contra-ataque poderiam ser a forma de Portugal chegar a bom porto, mas este tipo de jogo vai contra o nosso ADN, logo não acredito num bom resultado. Embora não acredite na qualificação de Portugal, esta deve-se mais aos adversários (sim, as duas melhores selecções a funcionar com o 4-2-3-1, e com excelentes interpretes.), do que à nossa incompetência, pois num grupo sem duas candidatas à final, estaríamos bem posicionados para passar de grupo.

Previsão - Holanda e Alemanha.

Dinamarca






Melhor desempenho no EURO: vencedor em 1992
Seleccionador: Morten Olsen
Fundação da federação: 1889
Alcunha: De Rod Hvide (Os Vermelhos e Brancos)


 O 11 Inicial - Na baliza, após a lesão do titular Sorensen, deverá ser Andersen a assumir o posto, embora, Lindegaard, do Manchester United, esteja à espera da sua oportunidade. Na defesa, Agger é o patrão e o jogador mais conceituado, fazendo dupla no centro com Kjaer. Do lado esquerdo, o lugar pertence a Simon Poulsen, o lateral mais ofensivo, e o que causa mais desiquilibrios. À direita teremos Jacobsen, um jogador mais posicional e que equilibra a equipa. No meio campo teremos dois médios de contenção com alguma capacidade de ajudar nas tarefas ofensivas, são eles Zimling e Kvist. Porém C. Poulsen, um trinco duro, tentara também ter a sua vaga. A médio ofensivo, um dos mais talentosos jovens do país, C. Eriksen terá a função de comandar toda a ofensiva nórdica. Rommedahl e Krohn-Dehli serão os extremos que procuraram servir o avançado. Embora tecnicamente não sejam jogadores de topo, compensam com experiência, e com o facto de se conhecerem bem, pois ambos actuam no Brondby. Na frente, sem concorrência à altura, ira brilhar Nicolas Bendtner, o avançado ainda não vingou no Arsenal, mas fez uma boa época no Sunderland.

Analise Táctica - A Dinamarca irá, como muitas outras, apresentar um esquema em 4-2-3-1. É uma equipa compacta e que segue à risca os seus princípios. Apenas Poulsen ajuda frequentemente na frente de ataque, deixando as costas a ser guardadas pelos médios de contenção e por Jacobsen que raramente se aventura no ataque. Em caso de necesidade, Morten Olsen tem Daniel Wass no banco, para a lateral direita, para poder ter dois laterais em ajuda constante ao ataque. No miolo, os medios defensivos são trabalhadores, e Kvist deverá jogar sobre a esquerda, para compensar as subidas do lateral, enquanto Zimling, descaído para a direita será o primeiro auxilio no ataque. A peça táctica fulcral na equipa será Erikson. É o jogador que poderá fazer realmente a diferença contra as equipas do grupo, devido à sua capacidade técnica, encontrando espaços que permitam rápidos contra-ataques. Rommedahl devido à falta de apoio do seu lateral, deverá tambem migrar para o meio em determinadas situações, e jogar nas costas de bendtner.

A Estrela - Ao contrario da maioria da imprensa, considero C. Eriksen a estrela da equipa. Alem de ser um jovem (20 anos apenas) com imensa margem de progressão, é já um dos elementos principais do Ájax, clube que ajudou a ser campeão holandês, e o maestro da sua selecção.Veloz, com boa condução de bola, visão de jogo e definição no ultimo passe, espera-se que seja um dos destaques nos jogos no europeu, especialmente se lhe for dado algum espaço. Pode ser uma das revelações do europeu.

A Observar - Bendtner, S. Poulsen e Rommedahl.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Holanda


Melhor desempenho no EURO: vencedora em 1988
Seleccionador: Bert van Marwijk
Fundação da federação: 1889
Alcunha: "Laranja Mecânica"


























O 11 Inicial - Na baliza o já experiente Stekelenburg (mais de 45 internacionalizações), manterá a confiança do técnico. Na defesa surgem as maiores duvidas quanto à equipa inicial devido à onda de lesões que afectou a equipa. Na esquerda Pieters deveria ser o titular, após o abandono do capitão Van Bronkhorst, mas uma lesão retirou dos 23. Foi testado para o lugar Bouma, Williems e Schaars. Com a possivel indisponibilidade de Mathijsen, que formaria a dupla de centrais com Heitinga, forçou Bouma a jogar a central. Na esquerda fica a duvida entre Schaars e Williems. Na direita, o titular do Ájax, Van der Wiel, tem a possibilidade de se afirmar como um dos melhores na sua posição a nível europeu. No centro do terreno se sneijder têm lugar garantido, De Jong e Bommel (médios mais posicionais), lutarão com Van der Vaart e com Strootman (médios de transição, com melhores atributos técnicos), pelos dois lugares no interior do terreno. É possível que o oponente incline a balança para um dos lados (é provável que Van der Vaart jogue contra a Dinamarca, mas é mais difícil que também o faça frente a Portugal e Alemanha). Na frente Robben jogará numa das alas, faltando saber se Van Persie jogo no centro com Afellay à esquerda, ou se o gunner desloca-se para a faixa esquerda abrindo lugar a Huntelar.

Análise Táctica -  A equipa holandesa também irá apresentar-se num 4-2-3-1. A equipa atacará preferencialmente pelo lado direito, onde Van der Wiel auxiliará Robben, formando uma dupla perigosíssima em que poderá criar perigo no 1X1 de Robben, ou numa diagonal sua para o interior, mas também com a subida do lateral no espaço vazio, para ir à linha e cruzar. Do lado contra-lateral, não se esperará o mesmo de Schaars, que devido à sua cultura táctica, deverá tentar equilibrar a defesa durante as subidas do lateral do Ájax. No meio campo caberá a Bommel tentar sair a jogar, embora muitas vezes seja o próprio Sneijder a descer ao seu meio campo de moda a auxiliar a transição defesa ataque. Aliás, é nos pés de Sjneider que o jogo ofensivo da Holanda irá passar e todos esperam que um dos artilheiros do mundial de 2010 esteja de volta ao seu mais alto nível. No ataque Van Persie será o avançado solto, que procurará espaços por vezes não tão centrais para receber a bola e combinar com um colega. Esta sua faceta permite que caso a Holanda necessite de mais um homem na frente, ele pode deslocar à esquerda e aparecer um verdadeiro homem de área, que é o Huntelaar, este ano o melhor marcador da Bundesligue.

A Estrela - Wesley Sneijder embora tenha tido uma epoca no clube para esquecer, pretende voltar aos grandes momentos de futebol no europeu. Alem de controlar toda a ofensiva laranja, é responsável por muitas das bolas paradas (que bate com bastante sucesso), e por aparecer nos espaços vazios. É um jogador que poderá aparecer entre a linha de médios e defesas e assim desbaratar toda a organização adversaria, pois com a sua capacidade de remate de meia distancia, e de passe, facilmente cria uma oportunidade de finalização para ele ou para um colega.

A Observar - Van Persie, Robben, Huntelaar.

Alemanha


Melhor desempenho no EURO: vencedora 1972, 1980, 1996
Seleccionador: Joachim Low
Fundação da federação: 1900
Alcunha: National mannschaft (Selecção Nacional)


O 11 Inicial - Desde o mundial de 2010 que Neur é titular da mannschaft, estatuto que manterá no europeu, e no qual deseja alcançar o estatuto que lhe permitirá ser considerado um dos melhores do mundo na sua posição. Na defesa havia duvidas em relação a que corredor lateral o capitão Lahm iria ser colocado, mas estas foram desfeitas pelo próprio seleccionador que garantiu que irá jogar na esquerda, e Boateng na direita. Uma escolha claramente defensiva, pois Boateng é central de origem, mas como irá enfrentar na fase de grupos alas do nível de: Ronaldo, Nani, Robben e Afellay, Low acabou por preferir ter um lateral mais posicional para contrabalançar com outro mais de apoio. No miolo do terreno, Khedira deverá ser o médio mais posicional e Schweinsteiger o que aparecerá com maior liberdade. Como recuperou recentemente de uma lesão, é possível que o companheiro de equipa Kroos reclame um lugar no onze. Nas alas, Podolsky e Muller serão as apostas iniciais, mas Schurrle que facturou no ultimo amigável lutará por um lugar no onze. Na frente Klose já se encontra numa fase descendente, mas ainda será o primeiro substituto ao titular Gomez.

Análise Tactica - A equipa apresenta-se num típico 4-2-3-1, cujas transições rápidas são feitas de forma sublime e completamente mortal para o adversário. A equipa encontra-se um pouco balanceada em demasia para o seu lado esquerdo, já que Boateng não tem facilidade em subir no terreno, e Muller tem uma tendência natural para procurar os espaços interiores atrás do ponta de lança. Por outro lado o lado esquerdo a carburar com Lahm e Podolsky embora consiga um maior volume de jogo, como o primeiro joga com pé invertido (pé direito no flanco esquerdo), e o segundo jogue mais próximo a Gomez quase como segundo avançado, também os cruzamentos da linha de fundo não saiam com fluidez. O homem que vem compensar isso, é Ozil, que parte de uma zona central do terreno e descai para qualquer um dos lados, dificultando a marcação com estas constantes mudanças de posição. No meio campo poder-se-á encontrar a fragilidade desta equipa, pois não apresenta um trinco realmente posicional (Khedira no real é o jogador que leva bola ficando Xabi Alonso na retaguarda), deixando muito espaço para os centrais. Se a Alemanha estiver a dominar, a pressão é ainda mais elevada, mas se o adversário colocar um bom numero 10 entre os médios e os centrais pode-se revelar um problema para a mannschaft.

A Estrela - Mesut Ozil, cresceu muito nestes 2 anos após o mundial e apresentar-se-á a um nível ainda superior. É ele que aos 23 anos de idade pauta a velocidade de jogo alemã, e mais que isso, é ele o pêndulo que mantém o equilíbrio entre flancos na equipa, revelando-se completamente fundamental no esquema de jogo da Low. Possuidor de uma capacidade de passe soberba e uma grande visão de jogo, consegue facilmente desbloquear um jogo mais complicado, descobrindo espaços onde eles não existiam.

A Observar -  Schweinsteiger, Gomez e Schurrle.

Portugal


Melhor desempenho no EURO: finalista vencido 2004
Seleccionador: Paulo Bento
Fundação da federação: 1914
Alcunha: Selecção das Quinas


























O 11 Inicial - Não existem grandes duvidas em relação à baliza portuguesa. Após a passagem por Itália e pelo banco da luz, Eduardo não conseguiu segurar o lugar, e aliando a uma época fantástica em Alvalade, a baliza ficará ao cargo do jovem Rui Patrício. Na defesa, na falta de Ricardo Carvalho após desentendimento com o seleccionador, os centrais serão Bruno Alves e Pepe. A lateral esquerda ficara ao cargo de Fábio Coentrão, que desde o mundial de 2010 é dono e senhor do lugar. À direita, e sem a concorrência de Bosingwa, o recém transferido para o Valência João Pereira ira assumir a posição. No miolo a posição mais defensiva deverá caber a Veloso, embora seja possível que Paulo Bento, nos jogos mais difíceis opte por Custodio, o único trinco de origem português. A acompanhar estarão sem surpresas Raul Meireles e João Moutinho. Nas alas, os lugares estão assegurados por 2 dos melhores do mundo na posição, Nani e C. Ronaldo. O lugar de ponta de lança é o calcanhar de Aquiles da equipa e embora Postiga pareça levar vantagem, tanto Hugo Almeida como Nelson Oliveira procuram também uma posição no 11.

Análise Táctica - A nossa selecção nacional irá apresentar preferencialmente um 4-3-3 nos palcos da Polónia e Ucrânia. O objectivo e apresentar um meio campo com posse de bola que consiga encontrar espaço para os extremos darem a melhor continuidade ao lance. Nessa área, Portugal apresenta 2 box-to-box de muito bom nível (Moutinho e Meireles), embora faça falta um verdadeiro numero 10, um maestro como foi em tempos Rui Costa e Deco, que coloque criatividade em campo. Alem disso parece que a falta de um verdadeiro trinco de qualidade poderá afectar as aspirações lusas nas batalhas mais equilibradas. No centro da defesa destaca-se Pepe, campeão espanhol pelo real poderá assumir-se como o patrão da defesa. Na ala esquerda teremos Fabio a fazer o corredor como gosta e a causar desequilíbrios junto com Ronaldo em terrenos bem adiantados. O problema é João Pereira ser também ele um lateral ofensivo e terá de haver coordenação entre os dois. Na frente Ronaldo terá completa liberdade de movimentos e tentará aparecer na área junto à zona de finalização. Nani por seu turno tem como missão ser mais contido para compensar as subidas de Ronaldo, mas ao mesmo tempo procurar ter a bola, pois devido à marcação que existe sobre Ronaldo (normalmente dois elementos), deverá ter mais espaço que este.

A Estrela - O capitão Cristiano Ronaldo com os seus 60 golos ao serviço do Real Madrid é obviamente a estrela da nossa selecção. O melhor jogador a pisar os relvados da Polónia e Ucrânia, terá como objectivo manter a veia goleadora revelada nos clubes por onde passa na selecção. Esse pecúlio nem sempre tem sido regular, mas ainda assim foi o melhor marcador da fase de apuramento com 7 golos. Com uma velocidade elevadíssima, boa constituição física, capacidade de discutir no jogo aéreo entre os centrais, facilidade de finalizar com os dois pés, e os seus famosos "Tomahawk", assume-se como o mais completo jogador da actualidade, que pretenderá entrar na historia da nação ao levar Portugal finalmente ao ceptro tão desejado.

A Observar - Nani, Pepe e Fabio Coentrão.

Antevisão grupo A

O grupo A é encarado pela imprensa como um dos mais equilibrados. Falta uma super-potência para desequilibrar a balança. De qualquer forma penso que duas equipas se destacarão das demais, e com maior ou menor dificuldade acabarão por carimbar a presença na fase seguinte. E essas equipas serão a Polónia e a Rússia. Por um lado, a Rússia é a equipa que melhores executantes têm nas suas fileiras, e dentro da qualidade deste grupo acaba por se sobressair. Além disso apresenta uma defesa sólida e rotinada a jogar junta no CSKA (o guarda-redes e ambos os centrais), e um meio campo combativo onde Shirokov empresta alguma criatividade, e que também ele esta habituado a jogar junto no Zenit. A Polónia por seu lado têm a vantagem casa que não deverá ser menosprezada, a vontade de pela primeira vez passar a fase de grupos, e um trio que vêm motivado da conquista do campeonato alemão (Piszczek, Blaszczykowski e Lewandowsky), e que aumenta a qualidade da equipa. Além disso apresenta uma táctica mais eficaz para este tipo de provas que poderá também fazer a diferença. Por outro lado, a Grécia vai voltar a apresentar o futebol defensivo que lhe valeu o euro 2004 é verdade, mas que também a impediu de estar presente no mundial 2006, perder os três jogos no euro 2008, e ficar também pelos grupos em 2010. A R. Checa apresenta provavelmente o pior lote de jogadores dos ultimos 15 anos. Nomes como Poborskiy, Nedved, Koller, bem como Rosicky e Baros na sua melhor forma (como em 2004), já não constam da selecção, e o futebol de ataque que encantava, deu lugar a um jogo mais defensivo, e sem brilho.

Previsão -  Polónia e Rússia apuradas para a próxima fase