Melhor desempenho no EURO: finalista vencido 2004
Seleccionador: Paulo Bento
Fundação da federação: 1914
Alcunha: Selecção das Quinas
O 11 Inicial - Não existem grandes duvidas em relação à baliza portuguesa. Após a passagem por Itália e pelo banco da luz, Eduardo não conseguiu segurar o lugar, e aliando a uma época fantástica em Alvalade, a baliza ficará ao cargo do jovem Rui Patrício. Na defesa, na falta de Ricardo Carvalho após desentendimento com o seleccionador, os centrais serão Bruno Alves e Pepe. A lateral esquerda ficara ao cargo de Fábio Coentrão, que desde o mundial de 2010 é dono e senhor do lugar. À direita, e sem a concorrência de Bosingwa, o recém transferido para o Valência João Pereira ira assumir a posição. No miolo a posição mais defensiva deverá caber a Veloso, embora seja possível que Paulo Bento, nos jogos mais difíceis opte por Custodio, o único trinco de origem português. A acompanhar estarão sem surpresas Raul Meireles e João Moutinho. Nas alas, os lugares estão assegurados por 2 dos melhores do mundo na posição, Nani e C. Ronaldo. O lugar de ponta de lança é o calcanhar de Aquiles da equipa e embora Postiga pareça levar vantagem, tanto Hugo Almeida como Nelson Oliveira procuram também uma posição no 11.
Análise Táctica - A nossa selecção nacional irá apresentar preferencialmente um 4-3-3 nos palcos da Polónia e Ucrânia. O objectivo e apresentar um meio campo com posse de bola que consiga encontrar espaço para os extremos darem a melhor continuidade ao lance. Nessa área, Portugal apresenta 2 box-to-box de muito bom nível (Moutinho e Meireles), embora faça falta um verdadeiro numero 10, um maestro como foi em tempos Rui Costa e Deco, que coloque criatividade em campo. Alem disso parece que a falta de um verdadeiro trinco de qualidade poderá afectar as aspirações lusas nas batalhas mais equilibradas. No centro da defesa destaca-se Pepe, campeão espanhol pelo real poderá assumir-se como o patrão da defesa. Na ala esquerda teremos Fabio a fazer o corredor como gosta e a causar desequilíbrios junto com Ronaldo em terrenos bem adiantados. O problema é João Pereira ser também ele um lateral ofensivo e terá de haver coordenação entre os dois. Na frente Ronaldo terá completa liberdade de movimentos e tentará aparecer na área junto à zona de finalização. Nani por seu turno tem como missão ser mais contido para compensar as subidas de Ronaldo, mas ao mesmo tempo procurar ter a bola, pois devido à marcação que existe sobre Ronaldo (normalmente dois elementos), deverá ter mais espaço que este.
A Estrela - O capitão Cristiano Ronaldo com os seus 60 golos ao serviço do Real Madrid é obviamente a estrela da nossa selecção. O melhor jogador a pisar os relvados da Polónia e Ucrânia, terá como objectivo manter a veia goleadora revelada nos clubes por onde passa na selecção. Esse pecúlio nem sempre tem sido regular, mas ainda assim foi o melhor marcador da fase de apuramento com 7 golos. Com uma velocidade elevadíssima, boa constituição física, capacidade de discutir no jogo aéreo entre os centrais, facilidade de finalizar com os dois pés, e os seus famosos "Tomahawk", assume-se como o mais completo jogador da actualidade, que pretenderá entrar na historia da nação ao levar Portugal finalmente ao ceptro tão desejado.
A Observar - Nani, Pepe e Fabio Coentrão.


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